Pressões de enchimento do VE: como eu faço
Olá! Esta semana foi sobre um ponto que escorrega no laboratório quase todo dia: estimar pressões de enchimento do VE. Aqui vai o melhor da semana, curado, em 5 minutos. Bom plantão. 🫀
★ Destaque da semana
Pressões de enchimento do VE: como eu faço
Publicamos na ABC Imagem Cardiovascular um “Como Eu Faço” sobre estimar pressões de enchimento — da ambiguidade à precisão com as diretrizes de 2025 (ASE) e 2024 (BSE). Comparado ao algoritmo de 2016: indeterminados caíram de ~10% para ~1%; sensibilidade 71%→85%; acurácia 80%→86%. Acesso aberto.
Insight prático · guia de bolso
Fibrilação atrial: 5 erros que mudam o laudo
A FA é onde a avaliação diastólica mais escorrega. Preparamos um guia de bolso em PDF com os 5 erros mais comuns e como evitá-los — média de 5–10 ciclos, o corte de E/e′ específico da FA (≥ 11) e os desempatadores (strain do AE, TRIV, S/D). É seu, sem pegadinha.
Vale a leitura
Um novo algoritmo para estimar pressão de enchimento
Para quem quer ir além do “Como Eu Faço”: Lababidi et al. propõem na Circulation (2025) um algoritmo simplificado para estimativa ecocardiográfica das pressões de enchimento do VE — um bom contraponto para comparar com o fluxo da ASE 2025 na sua rotina.
Lababidi H, et al. Circulation 2025;152(7):424–435.
Use isso hoje
Em todo eco de FA, faça a média de 5–10 ciclos com FC < 100 bpm antes de medir qualquer parâmetro diastólico. É a base de tudo o que vem depois.